Mapa Classificação

Cavaleiros Montanelas

Propriedades
Nome da tribo:Cavaleiros Montanelas
Sigla:CM
Número de membros:10
Pontos dos 40 melhores jogadores454.786
Total de pontos:454.786
Média de pontos:45.479
Posição:9
Inimigos derrotados: 419.554 (44.)
» Arquivo de tribo (ligação externa)

Membros da tribo

Nome Posição Pontos Posição global Aldeias
TibotecLinde 1 90,201 247 22
DaeRoNz 2 87,462 249 17
iuriph 3 65,436 258 14
bibitio 4 52,345 268 16
sofiam 5 48,068 277 12
Saw75 6 33,960 298 12
TopFire 7 24,176 329 5
so.para.ver 8 20,725 339 4
angelolourenco 9 18,978 350 6
Dom Coelhonne 10 13,435 387 12
Brasão
Descrição
Num tempo mal datado — algures entre a queda do Império Romano do Ocidente e a invenção do pastel de nata (que, como todos sabem, é o verdadeiro auge da civilização) — surgiu uma irmandade peculiar: os Cavaleiros Montanelas.

Não eram cavaleiros comuns. Enquanto outros citavam Os Lusíadas para inspirar bravura, eles citavam receitas de sopas e discutiam se o pão duro podia ou não ser considerado arma de arremesso.

Diz a lenda — e um manuscrito ligeiramente manchado de vinho — que tudo começou numa taberna humilde, onde cinco indivíduos de reputação duvidosa decidiram formar uma ordem. Inspiraram-se tanto em Dom Quixote quanto na última rodada que já não conseguiam pagar.

O líder autoproclamado, Sir Baltasar das Meias Desiguais, declarou:

“Se outros combatem dragões, nós combateremos… inconveniências logísticas!”

E assim nasceu o grupo.

Os Membros Ilustres
Sir Baltasar das Meias Desiguais – estratega cuja maior vitória foi encontrar sempre estacionamento.
Dona Ermelinda, a Inabalável – capaz de derrubar inimigos apenas com o olhar (ou com comentários passivo-agressivos).
Gonçalo “o Confuso” – que entrou por engano, mas nunca mais conseguiu sair.
Frei Ambrósio – que citava filosofia de Aristóteles enquanto esquecia o que estava a dizer a meio.
Nuno das Sandálias Rápidas – cuja velocidade era lendária, especialmente quando havia comida envolvida.

A Grande Missão

O épico momento chegou quando receberam uma missão digna de história: recuperar o lendário Caldeirão de Montanelas, roubado por um grupo rival conhecido como “Os Minimalistas” (que acreditavam que menos era mais — incluindo menos comida, o que era claramente inaceitável).

A jornada levou-os por caminhos perigosos:

atravessaram florestas onde até os esquilos julgavam as suas decisões,
enfrentaram pontes que claramente não tinham orçamento para manutenção,
e sobreviveram a debates filosóficos internos sobre se deviam ou não fazer uma pausa para lanche (fizeram).

A Batalha Final

O confronto foi descrito como “intenso” por ninguém em particular. Entre discursos épicos que lembravam versões ligeiramente mal interpretadas de A Ilíada e tropeções estrategicamente acidentais, os Cavaleiros Montanelas conseguiram vencer — sobretudo porque os adversários desistiram de tanto rir.

O Legado

O Caldeirão foi recuperado, e com ele veio a glória… e uma sopa suspeitamente boa.

Até hoje, os Cavaleiros Montanelas são lembrados não pela sua habilidade em combate, mas pela sua incrível capacidade de transformar qualquer missão épica numa história ligeiramente absurda, mas absolutamente lendária.

E como diria Sir Baltasar:

“A verdadeira bravura não está na espada… está em continuar mesmo depois de perder o rumo… e talvez o mapa.”

Continua este épico connosco

Diplomata - TheFreezingNoob

A nova dominância do C63